E se você lesse antes de ler?
- cfescritora

- 11 de jun.
- 2 min de leitura
A ideia do texto abaixo é que você, leitor, possa conhecer um pouco de como eu escrevo, de como desenvolvo minhas cenas, e como gosto de usar os personagens em cenas.
Fique à vontade para ler todas as cenas!"A cena em que alguém precisa escolher quem salvar."
De repente, Jorge estava diante do cenário de guerra, a operação policial havia falhado, o comandante foi o primeiro a desistir.
— Covarde maldito.
Gritou o policial enquanto via o seu superior fugindo em meio ao caos.
— Jorge, onde está ela? Eu não vejo Estela. — exclamava Felipe, correndo pelas ruas de lama.
— Estela, Estela!
Jorge gastava todo o ar do seu pulmão gritando o nome da sua parceira. Caída a pouco mais de dois metros à sua frente, os policiais avistaram a detetive que completava aquele trio.
— Estela, você está ferida? — Felipe se jogou no chão, agarrando a parceira.
— Tomei um tiro na perna, está doendo.
Agarrada à sua coxa, Estela está dominada por uma dor ardente, aquilo queimava cada centímetro da sua perna.
Apesar da dor, a detetive conseguiu entregar a informação para os companheiros.
— Jorge o comandante ajudou eles, isso foi uma emboscada para a gente.
— Por isso aquele maldito fugiu. — irritado Jorge socou uma cadeira já quebrada que estava ao lado.
— Precisamos levá-la para o hospital. — Felipe chama a atenção do companheiro.
Assim que o policial se preparou para erguer a companheira nos braços, ouviu seu nome ser chamado.
— Jorge! — a voz rouca soou no meio de toda confusão.
Olhando em direção do som que vinha seu nome ele avistou Luna.
— Ei cara, esquece essa garota, é por causa dela que estávamos na merda, ela foi a responsável por tudo isso.
O choro de Luna misturado com seu nome sendo chamado era como uma flexa no coração do policial.
— Jorge eu preciso ir para o hospital, agora.
Perdendo muito sangue Estela acaba desmaiando.
— Droga, Estela acorda! — exbravejou Felipe — Jorge, vamos ela precisa de ajuda.
Seu olhar não saiu da Luna por nenhum segundo, se aproximando deles, o policia percebe que a moça também estava ferida, mesmo segurando sua barriga o sangue já havia se espalhado por sua blusa inteira, a três passo deles a moça caiu desmaiada no chão.
Sem pensar muito o policial correu em direção dela.
— O que você está fazendo? Deixa ela ai, precisamos salvar Estela.
— Eu não posso, cuide da Estela a Luna precisa de mim.
Mesmo depois de toda tensão vivida entre eles, apesar da traição que ela causou no departamento, Jorge ainda a amava, e ver seu amor morrer na sua frente não seria o final que ele desejava. Agarrando Luna a colocou nos braços e correu em direção ao carro.
Cena criada para uma apresentação de escrita!



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